A história mais famosa do nascimento de Vénus, a deusa do amor e da beleza na mitologia romana (equivalente a Afrodite na mitologia grega), é narrada de diversas maneiras, mas a versão mais difundida é a seguinte:
Origem: Vénus não nasceu da união de um deus e uma deusa, como muitos outros deuses olímpicos. Em vez disso, ela surgiu de uma maneira bem mais dramática e violenta.
A Castração de Urano: Urano, o deus primordial do céu, era odiado por seus filhos, os Titãs, pois os mantinha aprisionados no interior da Terra (Gaia). Gaia, a deusa primordial da Terra, incentivou seus filhos a se rebelarem. Cronos (Saturno para os romanos), o mais jovem dos Titãs, atendeu ao pedido de sua mãe e castrou Urano com uma foice de sílex.
Nascimento da Espuma do Mar: Os órgãos genitais de Urano foram jogados ao mar. Da espuma (em grego, aphros) que se formou ao redor deles, surgiu Vénus, completamente formada e de uma beleza estonteante.
O Zéfiro e a Chegada a Chipre: Vénus foi levada pelo vento Zéfiro, um dos deuses dos ventos, até a ilha de Chipre (ou Cítera, segundo algumas versões). Lá, foi recebida pelas Horas (deusas das estações) que a vestiram e adornaram.
Simbolismo: O nascimento de Vénus a partir da espuma do mar é um símbolo da beleza primordial, da fertilidade e do poder do amor que emerge da violência e do caos. A deusa representa a beleza, a paixão, o desejo e a procriação.
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